Já começamos a criar um perfil para o projeto do 3º ano do Colégio Estadual Melchiades Picanço.
Nosso projeto está sempre buscando atender a demanda dos alunos, já que são estes que irão elaborar, pesquisar, discutir, escrever, desenvolver, monitorar e avaliar todo o projeto. Serei apenas um orientador, atento ao desenrolar desse projeto.
Já escolhi os monitores e esses forão escolhidos de acordo com a área de curso pelo qual irão optar no vestibular. Desses monitores escolhidos, foram separados dois que serão os Gestores do Projeto; os outros serão os Gerentes e terão que fazer a equipe funcionar.
O Tema de Nosso Projeto é: Sustentabilidade, um empreendimento que começa na escola.
segunda-feira, 9 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Empreendedorismo social: diferencial ou condição?
John Elkington, fundador de empresas de consultoria sobre sustentabilidade, vê a atual crise financeira como agente transformador do cenário empresarial. Para ele, a sociedade caminha para a quarta grande onda sustentável. Ocorrerá uma fênix econômica no futuro, que derrubará antigos conceitos globais e beneficiará o empreendedorismo social e o terceiro setor, sobretudo aqueles que não têm medo de inovar
Débora Spitzcovsky - Edição: Mônica NunesPlaneta Sustentável - 26/02/2009
Embora já tenhamos ótimas histórias de desenvolvimento sustentável para contar, o conceito é relativamente novo. O sociólogo John Elkington, especialista em responsabilidade corporativa e desenvolvimento sustentável e co-fundador da SustainAbility e da Volans – empresas de consultoria em sustentabilidade –, traçou, em evento dos Diálogos Itaú de Sustentabilidade, a dinâmica social do mundo que levou à transformação de conceitos políticos e econômicos que beneficiam o desenvolvimento socioambiental.Para o empreendedor, já passamos por três grandes momentos no setor, que, entre outras coisas, trouxeram alguns benefícios como a criação do programa ambiental da ONU (o Pnuma - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e o início de uma fase na qual as empresas perceberam que o desenvolvimento socioambiental é tema inerente ao mercado e passaram a criar políticas acerca do assunto.Agora, na opinião de Elkington, nossa sociedade caminha para uma quarta grande onda sustentável, que trará novas oportunidades de mercado impostas pelos grandes desafios sociais e ambientais que enfrentamos. Em outras palavras, os empreendimentos sociais vão, mais do que nunca, "estar na moda". Antes disso, porém, teremos de superar os fantasmas da crise econômica mundial.“Estamos vivendo um período muito difícil. O mercado em baixa vai piorar e temos que tomar algumas medidas pensando no futuro. Será doloroso para todos, especialmente para os empreendedores focados na “antiga ordem” capitalista , mas se trata de um sofrimento necessário. Provocamos grandes desastres econômicos, sociais e climáticos no mundo e, agora, temos que consertá-los”, afirma o consultor.Nesse cenário, antigos conceitos globais – como, por exemplo, o neoliberalismo – serão, de uma vez por todas, substituídos por novas ideias, dando início ao que Elkington chama de fênix econômica. “A desestabilização do modelo econômico vigente vai gerar oportunidades para ressurgirmos das cinzas e levarmos adiante mudanças radicais. É como na ecologia: muitas vezes precisamos de um incêndio na floresta para limpar o espaço e deixar que novas plantas cresçam”.INOVAÇÃO, SEMPRE O novo momento vai beneficiar aqueles que não tiverem medo de acompanhar as mudanças e inovar em suas ações empreendedoras. Quando pensamos em pessoas assim, a figura do novo presidente dos EUA, Barack Obama, logo aparece na cabeça de muita gente. Elkington acredita que ele realmente será importante nesse cenário, mas acha que é errado depositar a responsabilidade em apenas uma pessoa. Para ele, é preciso acreditar em outros protagonistas para essa nova história que vamos escrever.“Qualquer um pode ser um empreendedor social e transformar uma microiniciativa em algo macro para a sociedade”, disse Monica de Roure, diretora da Ashoka, uma organização mundial, sem fins lucrativos, que é pioneira no trabalho e apoio aos empreendedores sociais e atua no Brasil. “A própria Ashoka surgiu com um visionário – o empreendedor social Bill Drayton – que transformou o micro em macro, isto é, que enxergou problemas sociais no mundo, quis mudá-los e, no caminho, encontrou pessoas diferentes com soluções diferentes, dispostas a criar novos padrões de desenvolvimento para um mundo que está acomodado”, completou Roure.Os palestrantes ainda destacaram o potencial do Brasil e, principalmente, de São Paulo, no setor do empreendedorismo social: “Ainda há falta de capital no mercado para esse tipo de negócio, mas têm lugares onde há uma infraestrutura que facilita o setor e São Paulo é um desses lugares. Aqui há tanta riqueza de experiência no terceiro setor e tanta desigualdade – como, por exemplo, Paraisópolis –, que é um prato cheio para os empreendedores sociais”, afirmou Kelly Michel, atual diretora da Artemisia, outra instituição internacional engajada em negócios sociais e que também atua no Brasil.Se não nos falta infraestrutura, só resta mudarmos nossa cultura, que, na opinião dos palestrantes, ainda não é tão engajada social e ambientalmente, se comparada a outros lugares do mundo. “Felizmente, o Brasil está mudando isso. Hoje já vejo na rua crianças e jovens questionando seus pais a respeito do uso descomprometido da água, por exemplo. A participação social como um todo está mudando e, com isso, o empreendedorismo social vem ganhando espaço”, finaliza Roure, da Ashoka.Leia também:A força dos negócios do bemO melhor dos mundosOs cases e os novos empreendedores da América LatinaEles também querem lucroReceita solidáriaAula de cafuné
Embora já tenhamos ótimas histórias de desenvolvimento sustentável para contar, o conceito é relativamente novo. O sociólogo John Elkington, especialista em responsabilidade corporativa e desenvolvimento sustentável e co-fundador da SustainAbility e da Volans – empresas de consultoria em sustentabilidade –, traçou, em evento dos Diálogos Itaú de Sustentabilidade, a dinâmica social do mundo que levou à transformação de conceitos políticos e econômicos que beneficiam o desenvolvimento socioambiental.Para o empreendedor, já passamos por três grandes momentos no setor, que, entre outras coisas, trouxeram alguns benefícios como a criação do programa ambiental da ONU (o Pnuma - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e o início de uma fase na qual as empresas perceberam que o desenvolvimento socioambiental é tema inerente ao mercado e passaram a criar políticas acerca do assunto.Agora, na opinião de Elkington, nossa sociedade caminha para uma quarta grande onda sustentável, que trará novas oportunidades de mercado impostas pelos grandes desafios sociais e ambientais que enfrentamos. Em outras palavras, os empreendimentos sociais vão, mais do que nunca, "estar na moda". Antes disso, porém, teremos de superar os fantasmas da crise econômica mundial.“Estamos vivendo um período muito difícil. O mercado em baixa vai piorar e temos que tomar algumas medidas pensando no futuro. Será doloroso para todos, especialmente para os empreendedores focados na “antiga ordem” capitalista , mas se trata de um sofrimento necessário. Provocamos grandes desastres econômicos, sociais e climáticos no mundo e, agora, temos que consertá-los”, afirma o consultor.Nesse cenário, antigos conceitos globais – como, por exemplo, o neoliberalismo – serão, de uma vez por todas, substituídos por novas ideias, dando início ao que Elkington chama de fênix econômica. “A desestabilização do modelo econômico vigente vai gerar oportunidades para ressurgirmos das cinzas e levarmos adiante mudanças radicais. É como na ecologia: muitas vezes precisamos de um incêndio na floresta para limpar o espaço e deixar que novas plantas cresçam”.INOVAÇÃO, SEMPRE O novo momento vai beneficiar aqueles que não tiverem medo de acompanhar as mudanças e inovar em suas ações empreendedoras. Quando pensamos em pessoas assim, a figura do novo presidente dos EUA, Barack Obama, logo aparece na cabeça de muita gente. Elkington acredita que ele realmente será importante nesse cenário, mas acha que é errado depositar a responsabilidade em apenas uma pessoa. Para ele, é preciso acreditar em outros protagonistas para essa nova história que vamos escrever.“Qualquer um pode ser um empreendedor social e transformar uma microiniciativa em algo macro para a sociedade”, disse Monica de Roure, diretora da Ashoka, uma organização mundial, sem fins lucrativos, que é pioneira no trabalho e apoio aos empreendedores sociais e atua no Brasil. “A própria Ashoka surgiu com um visionário – o empreendedor social Bill Drayton – que transformou o micro em macro, isto é, que enxergou problemas sociais no mundo, quis mudá-los e, no caminho, encontrou pessoas diferentes com soluções diferentes, dispostas a criar novos padrões de desenvolvimento para um mundo que está acomodado”, completou Roure.Os palestrantes ainda destacaram o potencial do Brasil e, principalmente, de São Paulo, no setor do empreendedorismo social: “Ainda há falta de capital no mercado para esse tipo de negócio, mas têm lugares onde há uma infraestrutura que facilita o setor e São Paulo é um desses lugares. Aqui há tanta riqueza de experiência no terceiro setor e tanta desigualdade – como, por exemplo, Paraisópolis –, que é um prato cheio para os empreendedores sociais”, afirmou Kelly Michel, atual diretora da Artemisia, outra instituição internacional engajada em negócios sociais e que também atua no Brasil.Se não nos falta infraestrutura, só resta mudarmos nossa cultura, que, na opinião dos palestrantes, ainda não é tão engajada social e ambientalmente, se comparada a outros lugares do mundo. “Felizmente, o Brasil está mudando isso. Hoje já vejo na rua crianças e jovens questionando seus pais a respeito do uso descomprometido da água, por exemplo. A participação social como um todo está mudando e, com isso, o empreendedorismo social vem ganhando espaço”, finaliza Roure, da Ashoka.
John Elkington, fundador de empresas de consultoria sobre sustentabilidade, vê a atual crise financeira como agente transformador do cenário empresarial. Para ele, a sociedade caminha para a quarta grande onda sustentável. Ocorrerá uma fênix econômica no futuro, que derrubará antigos conceitos globais e beneficiará o empreendedorismo social e o terceiro setor, sobretudo aqueles que não têm medo de inovar
Débora Spitzcovsky - Edição: Mônica NunesPlaneta Sustentável - 26/02/2009
Embora já tenhamos ótimas histórias de desenvolvimento sustentável para contar, o conceito é relativamente novo. O sociólogo John Elkington, especialista em responsabilidade corporativa e desenvolvimento sustentável e co-fundador da SustainAbility e da Volans – empresas de consultoria em sustentabilidade –, traçou, em evento dos Diálogos Itaú de Sustentabilidade, a dinâmica social do mundo que levou à transformação de conceitos políticos e econômicos que beneficiam o desenvolvimento socioambiental.Para o empreendedor, já passamos por três grandes momentos no setor, que, entre outras coisas, trouxeram alguns benefícios como a criação do programa ambiental da ONU (o Pnuma - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e o início de uma fase na qual as empresas perceberam que o desenvolvimento socioambiental é tema inerente ao mercado e passaram a criar políticas acerca do assunto.Agora, na opinião de Elkington, nossa sociedade caminha para uma quarta grande onda sustentável, que trará novas oportunidades de mercado impostas pelos grandes desafios sociais e ambientais que enfrentamos. Em outras palavras, os empreendimentos sociais vão, mais do que nunca, "estar na moda". Antes disso, porém, teremos de superar os fantasmas da crise econômica mundial.“Estamos vivendo um período muito difícil. O mercado em baixa vai piorar e temos que tomar algumas medidas pensando no futuro. Será doloroso para todos, especialmente para os empreendedores focados na “antiga ordem” capitalista , mas se trata de um sofrimento necessário. Provocamos grandes desastres econômicos, sociais e climáticos no mundo e, agora, temos que consertá-los”, afirma o consultor.Nesse cenário, antigos conceitos globais – como, por exemplo, o neoliberalismo – serão, de uma vez por todas, substituídos por novas ideias, dando início ao que Elkington chama de fênix econômica. “A desestabilização do modelo econômico vigente vai gerar oportunidades para ressurgirmos das cinzas e levarmos adiante mudanças radicais. É como na ecologia: muitas vezes precisamos de um incêndio na floresta para limpar o espaço e deixar que novas plantas cresçam”.INOVAÇÃO, SEMPRE O novo momento vai beneficiar aqueles que não tiverem medo de acompanhar as mudanças e inovar em suas ações empreendedoras. Quando pensamos em pessoas assim, a figura do novo presidente dos EUA, Barack Obama, logo aparece na cabeça de muita gente. Elkington acredita que ele realmente será importante nesse cenário, mas acha que é errado depositar a responsabilidade em apenas uma pessoa. Para ele, é preciso acreditar em outros protagonistas para essa nova história que vamos escrever.“Qualquer um pode ser um empreendedor social e transformar uma microiniciativa em algo macro para a sociedade”, disse Monica de Roure, diretora da Ashoka, uma organização mundial, sem fins lucrativos, que é pioneira no trabalho e apoio aos empreendedores sociais e atua no Brasil. “A própria Ashoka surgiu com um visionário – o empreendedor social Bill Drayton – que transformou o micro em macro, isto é, que enxergou problemas sociais no mundo, quis mudá-los e, no caminho, encontrou pessoas diferentes com soluções diferentes, dispostas a criar novos padrões de desenvolvimento para um mundo que está acomodado”, completou Roure.Os palestrantes ainda destacaram o potencial do Brasil e, principalmente, de São Paulo, no setor do empreendedorismo social: “Ainda há falta de capital no mercado para esse tipo de negócio, mas têm lugares onde há uma infraestrutura que facilita o setor e São Paulo é um desses lugares. Aqui há tanta riqueza de experiência no terceiro setor e tanta desigualdade – como, por exemplo, Paraisópolis –, que é um prato cheio para os empreendedores sociais”, afirmou Kelly Michel, atual diretora da Artemisia, outra instituição internacional engajada em negócios sociais e que também atua no Brasil.Se não nos falta infraestrutura, só resta mudarmos nossa cultura, que, na opinião dos palestrantes, ainda não é tão engajada social e ambientalmente, se comparada a outros lugares do mundo. “Felizmente, o Brasil está mudando isso. Hoje já vejo na rua crianças e jovens questionando seus pais a respeito do uso descomprometido da água, por exemplo. A participação social como um todo está mudando e, com isso, o empreendedorismo social vem ganhando espaço”, finaliza Roure, da Ashoka.Leia também:A força dos negócios do bemO melhor dos mundosOs cases e os novos empreendedores da América LatinaEles também querem lucroReceita solidáriaAula de cafuné
Embora já tenhamos ótimas histórias de desenvolvimento sustentável para contar, o conceito é relativamente novo. O sociólogo John Elkington, especialista em responsabilidade corporativa e desenvolvimento sustentável e co-fundador da SustainAbility e da Volans – empresas de consultoria em sustentabilidade –, traçou, em evento dos Diálogos Itaú de Sustentabilidade, a dinâmica social do mundo que levou à transformação de conceitos políticos e econômicos que beneficiam o desenvolvimento socioambiental.Para o empreendedor, já passamos por três grandes momentos no setor, que, entre outras coisas, trouxeram alguns benefícios como a criação do programa ambiental da ONU (o Pnuma - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e o início de uma fase na qual as empresas perceberam que o desenvolvimento socioambiental é tema inerente ao mercado e passaram a criar políticas acerca do assunto.Agora, na opinião de Elkington, nossa sociedade caminha para uma quarta grande onda sustentável, que trará novas oportunidades de mercado impostas pelos grandes desafios sociais e ambientais que enfrentamos. Em outras palavras, os empreendimentos sociais vão, mais do que nunca, "estar na moda". Antes disso, porém, teremos de superar os fantasmas da crise econômica mundial.“Estamos vivendo um período muito difícil. O mercado em baixa vai piorar e temos que tomar algumas medidas pensando no futuro. Será doloroso para todos, especialmente para os empreendedores focados na “antiga ordem” capitalista , mas se trata de um sofrimento necessário. Provocamos grandes desastres econômicos, sociais e climáticos no mundo e, agora, temos que consertá-los”, afirma o consultor.Nesse cenário, antigos conceitos globais – como, por exemplo, o neoliberalismo – serão, de uma vez por todas, substituídos por novas ideias, dando início ao que Elkington chama de fênix econômica. “A desestabilização do modelo econômico vigente vai gerar oportunidades para ressurgirmos das cinzas e levarmos adiante mudanças radicais. É como na ecologia: muitas vezes precisamos de um incêndio na floresta para limpar o espaço e deixar que novas plantas cresçam”.INOVAÇÃO, SEMPRE O novo momento vai beneficiar aqueles que não tiverem medo de acompanhar as mudanças e inovar em suas ações empreendedoras. Quando pensamos em pessoas assim, a figura do novo presidente dos EUA, Barack Obama, logo aparece na cabeça de muita gente. Elkington acredita que ele realmente será importante nesse cenário, mas acha que é errado depositar a responsabilidade em apenas uma pessoa. Para ele, é preciso acreditar em outros protagonistas para essa nova história que vamos escrever.“Qualquer um pode ser um empreendedor social e transformar uma microiniciativa em algo macro para a sociedade”, disse Monica de Roure, diretora da Ashoka, uma organização mundial, sem fins lucrativos, que é pioneira no trabalho e apoio aos empreendedores sociais e atua no Brasil. “A própria Ashoka surgiu com um visionário – o empreendedor social Bill Drayton – que transformou o micro em macro, isto é, que enxergou problemas sociais no mundo, quis mudá-los e, no caminho, encontrou pessoas diferentes com soluções diferentes, dispostas a criar novos padrões de desenvolvimento para um mundo que está acomodado”, completou Roure.Os palestrantes ainda destacaram o potencial do Brasil e, principalmente, de São Paulo, no setor do empreendedorismo social: “Ainda há falta de capital no mercado para esse tipo de negócio, mas têm lugares onde há uma infraestrutura que facilita o setor e São Paulo é um desses lugares. Aqui há tanta riqueza de experiência no terceiro setor e tanta desigualdade – como, por exemplo, Paraisópolis –, que é um prato cheio para os empreendedores sociais”, afirmou Kelly Michel, atual diretora da Artemisia, outra instituição internacional engajada em negócios sociais e que também atua no Brasil.Se não nos falta infraestrutura, só resta mudarmos nossa cultura, que, na opinião dos palestrantes, ainda não é tão engajada social e ambientalmente, se comparada a outros lugares do mundo. “Felizmente, o Brasil está mudando isso. Hoje já vejo na rua crianças e jovens questionando seus pais a respeito do uso descomprometido da água, por exemplo. A participação social como um todo está mudando e, com isso, o empreendedorismo social vem ganhando espaço”, finaliza Roure, da Ashoka.
domingo, 1 de março de 2009
CRISE FINANCEIRA X SUSENTABILIDADE
Uma nova economia global é necessária,
Já não é mais possível imaginar o mundo, após a crise financeira, funcionando da mesma maneira. Novos paradigmas devem ser adotados e a sustentabilidade, certamente, estará entre eles. Saiba o que Ricardo Young pensa sobre o assunto, que será tema da 11ª Conferencia Internacional do Instituto Ethos.
Thays PradoPlaneta Sustentável - 19/02/2009
A crise financeira ainda não chegou ao fim e pouco se pode prever sobre o futuro da economia mundial. Entre as diversas opiniões sobre a continuidade ou não do sistema capitalista, é certo, ao menos, que uma nova ordem econômica será necessária e que dela devem fazer parte outra gama de valores, o que inclui mudanças na noção de tempo e de ritmo. Para Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos e conselheiro do Planeta Sustentável, o fim do neoliberalismo foi decretado no final de 2008 e o novo sistema deve contar com grande participação do Estado – o que soluciona a questão do descolamento entre o mundo financeiro e a economia real, mas pode criar outros impasses relacionados a protecionismo exacerbado, conflitos geopolíticos e até aumento da xenofobia. De todo modo, a retomada do crescimento da economia depende de inovações e deve se basear em novas riquezas, entre elas as energias renováveis. Pelo menos, é o que os Estados Unidos, país que consome cerca de 40% da energia do mundo, vêm sinalizando com a administração Obama, que tem feito um “esforço de guerra” nesse sentido. Young diz que outra mudança fundamental será em relação à noção de resultados. Não será mais possível ansiar pelos retornos trimestrais, como as grandes empresas estavam habituadas, eles virão a mais longo prazo. A própria sustentabilidade tem um ritmo bem menos frenético e a implementação da responsabilidade social e a criação de sinergia no diálogo entre os multistakeholders levam tempo para acontecer. Todos os atores sociais terão de repensar seus papéis nesta nova economia: Pessoas – no plano individual, cada um deve rediscutir valores, rever seus parâmetros de carreirismo, suas referências de sucesso individual versus desigualdade social, seus padrões de consumo e incluir a solidariedade em suas escolhas, em vez de continuar alimentando um capitalismo predatório. Empresas – caberá às organizações ir além da discussão sobre ser ou não socialmente responsáveis e começar a verificar de que maneira seus pressupostos de responsabilidade social podem fazer avançar uma nova economia e descobrir como otimizar os impactos de suas ações nessa direção. Um exemplo seria o monitoramento dos recursos transferidos aos governos, com o intuito de garantir que a gestão desse dinheiro seja feita em favor da população. Sociedade – é papel das partes interessadas e competentes da sociedade elaborar o programa de governo que deve ser colocado em prática, indo além dos saberes de cada partido. Assim, a candidatura não ficaria concentrada em uma pessoa, mas em um plano de governo, e seria escolhido o político com mais competência para atuar da maneira pretendida pelo coletivo. Cabe à sociedade refletir de que maneira se organizar para a criação de programas que visem ao desenvolvimento sustentável e tenham força e legitimidade. “A nova economia não será feita só pelo governo, que deve participar de acordo com o que for determinado pela sociedade”, afirma Ricardo Young. A Conferência Internacional do Ethos, este ano, vai abordar esses e outros assuntos com o tema “Rumo a uma Nova Economia Global: A transformação das pessoas, das empresas e da sociedade”. O evento acontece no Hotel Transamerica em São Paulo, de 15 a 18 de junho.
A crise financeira ainda não chegou ao fim e pouco se pode prever sobre o futuro da economia mundial. Entre as diversas opiniões sobre a continuidade ou não do sistema capitalista, é certo, ao menos, que uma nova ordem econômica será necessária e que dela devem fazer parte outra gama de valores, o que inclui mudanças na noção de tempo e de ritmo. Para Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos e conselheiro do Planeta Sustentável, o fim do neoliberalismo foi decretado no final de 2008 e o novo sistema deve contar com grande participação do Estado – o que soluciona a questão do descolamento entre o mundo financeiro e a economia real, mas pode criar outros impasses relacionados a protecionismo exacerbado, conflitos geopolíticos e até aumento da xenofobia. De todo modo, a retomada do crescimento da economia depende de inovações e deve se basear em novas riquezas, entre elas as energias renováveis. Pelo menos, é o que os Estados Unidos, país que consome cerca de 40% da energia do mundo, vêm sinalizando com a administração Obama, que tem feito um “esforço de guerra” nesse sentido. Young diz que outra mudança fundamental será em relação à noção de resultados. Não será mais possível ansiar pelos retornos trimestrais, como as grandes empresas estavam habituadas, eles virão a mais longo prazo. A própria sustentabilidade tem um ritmo bem menos frenético e a implementação da responsabilidade social e a criação de sinergia no diálogo entre os multistakeholders levam tempo para acontecer. Todos os atores sociais terão de repensar seus papéis nesta nova economia: Pessoas – no plano individual, cada um deve rediscutir valores, rever seus parâmetros de carreirismo, suas referências de sucesso individual versus desigualdade social, seus padrões de consumo e incluir a solidariedade em suas escolhas, em vez de continuar alimentando um capitalismo predatório. Empresas – caberá às organizações ir além da discussão sobre ser ou não socialmente responsáveis e começar a verificar de que maneira seus pressupostos de responsabilidade social podem fazer avançar uma nova economia e descobrir como otimizar os impactos de suas ações nessa direção. Um exemplo seria o monitoramento dos recursos transferidos aos governos, com o intuito de garantir que a gestão desse dinheiro seja feita em favor da população. Sociedade – é papel das partes interessadas e competentes da sociedade elaborar o programa de governo que deve ser colocado em prática, indo além dos saberes de cada partido. Assim, a candidatura não ficaria concentrada em uma pessoa, mas em um plano de governo, e seria escolhido o político com mais competência para atuar da maneira pretendida pelo coletivo. Cabe à sociedade refletir de que maneira se organizar para a criação de programas que visem ao desenvolvimento sustentável e tenham força e legitimidade. “A nova economia não será feita só pelo governo, que deve participar de acordo com o que for determinado pela sociedade”, afirma Ricardo Young. A Conferência Internacional do Ethos, este ano, vai abordar esses e outros assuntos com o tema “Rumo a uma Nova Economia Global: A transformação das pessoas, das empresas e da sociedade”. O evento acontece no Hotel Transamerica em São Paulo, de 15 a 18 de junho.
Já não é mais possível imaginar o mundo, após a crise financeira, funcionando da mesma maneira. Novos paradigmas devem ser adotados e a sustentabilidade, certamente, estará entre eles. Saiba o que Ricardo Young pensa sobre o assunto, que será tema da 11ª Conferencia Internacional do Instituto Ethos.
Thays PradoPlaneta Sustentável - 19/02/2009
A crise financeira ainda não chegou ao fim e pouco se pode prever sobre o futuro da economia mundial. Entre as diversas opiniões sobre a continuidade ou não do sistema capitalista, é certo, ao menos, que uma nova ordem econômica será necessária e que dela devem fazer parte outra gama de valores, o que inclui mudanças na noção de tempo e de ritmo. Para Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos e conselheiro do Planeta Sustentável, o fim do neoliberalismo foi decretado no final de 2008 e o novo sistema deve contar com grande participação do Estado – o que soluciona a questão do descolamento entre o mundo financeiro e a economia real, mas pode criar outros impasses relacionados a protecionismo exacerbado, conflitos geopolíticos e até aumento da xenofobia. De todo modo, a retomada do crescimento da economia depende de inovações e deve se basear em novas riquezas, entre elas as energias renováveis. Pelo menos, é o que os Estados Unidos, país que consome cerca de 40% da energia do mundo, vêm sinalizando com a administração Obama, que tem feito um “esforço de guerra” nesse sentido. Young diz que outra mudança fundamental será em relação à noção de resultados. Não será mais possível ansiar pelos retornos trimestrais, como as grandes empresas estavam habituadas, eles virão a mais longo prazo. A própria sustentabilidade tem um ritmo bem menos frenético e a implementação da responsabilidade social e a criação de sinergia no diálogo entre os multistakeholders levam tempo para acontecer. Todos os atores sociais terão de repensar seus papéis nesta nova economia: Pessoas – no plano individual, cada um deve rediscutir valores, rever seus parâmetros de carreirismo, suas referências de sucesso individual versus desigualdade social, seus padrões de consumo e incluir a solidariedade em suas escolhas, em vez de continuar alimentando um capitalismo predatório. Empresas – caberá às organizações ir além da discussão sobre ser ou não socialmente responsáveis e começar a verificar de que maneira seus pressupostos de responsabilidade social podem fazer avançar uma nova economia e descobrir como otimizar os impactos de suas ações nessa direção. Um exemplo seria o monitoramento dos recursos transferidos aos governos, com o intuito de garantir que a gestão desse dinheiro seja feita em favor da população. Sociedade – é papel das partes interessadas e competentes da sociedade elaborar o programa de governo que deve ser colocado em prática, indo além dos saberes de cada partido. Assim, a candidatura não ficaria concentrada em uma pessoa, mas em um plano de governo, e seria escolhido o político com mais competência para atuar da maneira pretendida pelo coletivo. Cabe à sociedade refletir de que maneira se organizar para a criação de programas que visem ao desenvolvimento sustentável e tenham força e legitimidade. “A nova economia não será feita só pelo governo, que deve participar de acordo com o que for determinado pela sociedade”, afirma Ricardo Young. A Conferência Internacional do Ethos, este ano, vai abordar esses e outros assuntos com o tema “Rumo a uma Nova Economia Global: A transformação das pessoas, das empresas e da sociedade”. O evento acontece no Hotel Transamerica em São Paulo, de 15 a 18 de junho.
A crise financeira ainda não chegou ao fim e pouco se pode prever sobre o futuro da economia mundial. Entre as diversas opiniões sobre a continuidade ou não do sistema capitalista, é certo, ao menos, que uma nova ordem econômica será necessária e que dela devem fazer parte outra gama de valores, o que inclui mudanças na noção de tempo e de ritmo. Para Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos e conselheiro do Planeta Sustentável, o fim do neoliberalismo foi decretado no final de 2008 e o novo sistema deve contar com grande participação do Estado – o que soluciona a questão do descolamento entre o mundo financeiro e a economia real, mas pode criar outros impasses relacionados a protecionismo exacerbado, conflitos geopolíticos e até aumento da xenofobia. De todo modo, a retomada do crescimento da economia depende de inovações e deve se basear em novas riquezas, entre elas as energias renováveis. Pelo menos, é o que os Estados Unidos, país que consome cerca de 40% da energia do mundo, vêm sinalizando com a administração Obama, que tem feito um “esforço de guerra” nesse sentido. Young diz que outra mudança fundamental será em relação à noção de resultados. Não será mais possível ansiar pelos retornos trimestrais, como as grandes empresas estavam habituadas, eles virão a mais longo prazo. A própria sustentabilidade tem um ritmo bem menos frenético e a implementação da responsabilidade social e a criação de sinergia no diálogo entre os multistakeholders levam tempo para acontecer. Todos os atores sociais terão de repensar seus papéis nesta nova economia: Pessoas – no plano individual, cada um deve rediscutir valores, rever seus parâmetros de carreirismo, suas referências de sucesso individual versus desigualdade social, seus padrões de consumo e incluir a solidariedade em suas escolhas, em vez de continuar alimentando um capitalismo predatório. Empresas – caberá às organizações ir além da discussão sobre ser ou não socialmente responsáveis e começar a verificar de que maneira seus pressupostos de responsabilidade social podem fazer avançar uma nova economia e descobrir como otimizar os impactos de suas ações nessa direção. Um exemplo seria o monitoramento dos recursos transferidos aos governos, com o intuito de garantir que a gestão desse dinheiro seja feita em favor da população. Sociedade – é papel das partes interessadas e competentes da sociedade elaborar o programa de governo que deve ser colocado em prática, indo além dos saberes de cada partido. Assim, a candidatura não ficaria concentrada em uma pessoa, mas em um plano de governo, e seria escolhido o político com mais competência para atuar da maneira pretendida pelo coletivo. Cabe à sociedade refletir de que maneira se organizar para a criação de programas que visem ao desenvolvimento sustentável e tenham força e legitimidade. “A nova economia não será feita só pelo governo, que deve participar de acordo com o que for determinado pela sociedade”, afirma Ricardo Young. A Conferência Internacional do Ethos, este ano, vai abordar esses e outros assuntos com o tema “Rumo a uma Nova Economia Global: A transformação das pessoas, das empresas e da sociedade”. O evento acontece no Hotel Transamerica em São Paulo, de 15 a 18 de junho.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Preparativos para CopenhagueEm Dezembro deste ano, o mundo tem o compromisso de definir uma agenda global para as questões do clima, que vai suceder o Protocolo de Kyoto – com término marcado para 2012. As discussões sobre as metas de redução de carbono e as obrigações de cada país nesta empreitada começaram na 13ª COP – Conferência das Partes – da ONU, em Bali (Indonésia) e tiveram sequência no final do ano passado, em Poznan (Polônia). Durante este ano, uma série de reuniões menores devem dar continuidade ao assunto para que a 15ª COP, em Copenhague (Dinamarca), não seja em vão.Na semana passada, o setor industrial se encontrou na capital dinamarquesa para debater sobre os novos parâmetros financeiros da economia de baixo carbono. A convocação foi feita pela Confederação das Indústrias da Dinamarca e pela Business Europe e reuniu 15 confederações nacionais de indústrias – dos EUA, Canadá, União Européia, Japão, Índia, China, Brasil, África do Sul e Quênia.Segundo reportagem da edição impressa do jornal Valor Econômico, do dia 19 de fevereiro, entre os assuntos em pauta, estiveram:- a crise econômica;- a possibilidade de taxar as importações pelas emissões de carbono e- as preocupações sobre a postura dos Estados Unidos e da China – maiores emissores histórico e atual, respectivamente.Ainda de acordo com a reportagem, o tema da transferência de tecnologia limpa é o que menos avança.De 10 a 12 de março é a vez de a comunidade científica realizar seu encontro pré-15ª COP, organizado pela Universidade de Copenhague. O objetivo é fazer uma síntese do conhecimento científico e das tecnologias já existentes ou em desenvolvimento que possam ser utilizados na mitigação das emissões de carbono e nas estratégias de adaptação às mudanças climáticas.
Fonte: Planeta Sustentável
Fonte: Planeta Sustentável
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
ASSUNTOS AMBIENTAIS DE SEU INTERESSE
Relatório de Davos alerta para risco de falta d'água
02 / 02 / 2009
O mundo corre o grave risco de sofrer com a falta de água doce, em conseqüência do aumento constante da demanda, que chega a crescer em um ritmo mais rápido do que a população mundial, alertou na sexta-feira (30) um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).
"Em menos de 20 anos, a falta d'água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a demanda por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em conseqüência de uma política especulativa por parte dos governos ao longo dos últimos 50 anos.
"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", estima o texto.
Cerca de 40% dos recursos aqüíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.
As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Européia, de acordo com o estudo.
Além disso, o relatório calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação. (Fonte: Yahoo!)
Será que podemos fazer algo que possa diminuir ou anular esse fato?
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02 / 02 / 2009
O mundo corre o grave risco de sofrer com a falta de água doce, em conseqüência do aumento constante da demanda, que chega a crescer em um ritmo mais rápido do que a população mundial, alertou na sexta-feira (30) um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).
"Em menos de 20 anos, a falta d'água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a demanda por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em conseqüência de uma política especulativa por parte dos governos ao longo dos últimos 50 anos.
"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", estima o texto.
Cerca de 40% dos recursos aqüíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.
As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Européia, de acordo com o estudo.
Além disso, o relatório calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação. (Fonte: Yahoo!)
Será que podemos fazer algo que possa diminuir ou anular esse fato?
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
O principal resíduo reciclavel do Grupo Mattos e Mattos hoje é o papel, como a idéia central do projeto que desenvolvemos por lá tem um foco no social, não queriamos somente juntar alguns quilos e vender, começamos então a pesquisar o que poderia ser feito com esse resíduo, visitando uma amiga observei que na sala dela havia uma peça de arte bem interessante, perguntei a ela sobre a peça e ela me informou que a peça havia sido feita por presidiários em um projeto elaborado e conduzido pela artista plástica Ana Maria Sobral, lembrei-me que haviamos juntado papel de filtro de café usado para a Ana Sobral, só não sabiamos que era para um projeto tão humano, que é o de inserir presos através da arte à sociedade, o trabalho dessa artista plástica nos pareceu bem interesante, por esse motivo estamos agendando com ela uma entrevista onde ela poderá contar um pouco mais da história desse projeto. Assim que fizermos a entrevista com ela estarei colocando uma cópia no blog do Grupo e outra aqui.
Até mais.
Até mais.
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Inclusão social,
reciclagem de papel
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